Miserável.

Posso sentir-me miserável, cansada, doente, sofrida, magoada. E tenho direito a sentir-me assim, é legítimo depois de tudo o que fiz pelos outros e pela forma como lutei contra a doença. No entanto, sei, e tenho sempre presente, que há sempre alguém em piores condições do que eu. Logo, tenho que ser condescendente com a vida e perdoar-lhe a armadilha que me trouxe. Preciso de fazer as pazes com a vida para conseguir recuperar e sair do caos.

Em relação ao meu casamento e à minha vida familiar, não tenho respostas nem soluções.

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